Com foco na representação do produtor, educação e inovação tecnológica, Sindicato Rural de CG completa 75 anos

Fundado no dia 26 de junho de 1951, o Sindicato Rural de Campo Grande, Rochedo e Corguinho (SRCG)  nasceu com o objetivo de representar agricultores e produtores diante da sociedade e rumo ao desenvolvimento. Este ano, a instituição completou 75 anos de existência e contribuições com a sociedade campo-grandense.

Em entrevista ao Jornal da Hora desta segunda-feira (03), o presidente do SRCG, José Eduardo Monreal, celebrou o aniversário da instituição e destacou seu papel junto à sociedade.

José Eduardo Monreal no estúdio Grupo Hora. Foto: Reuel Oliveira

“Para nós é muita alegria e satisfação celebrar esses 75 anos. O Sindicato Rural tem papel importante para formação de líderes para a sociedade e tudo isso está sendo coroado com os 75 anos de existência. Nós procuramos já durante a gestão anterior caminhar um pouco com políticas públicas que vão de encontro aos anseios dos produtores concomitantemente em relação à sociedade e a educação ”, disse.

Segundo o presidente, são três grandes pilares de trabalho, sendo a elaboração de políticas públicas e representação de produtores rurais; aspectos educacionais – com cerca de 15 a 20 cursos mensais -; e a na inovação tecnológica. 

Desenvolvimento nacional e estadual

Aos microfones do Grupo Hora, o presidente do SRCG analisou o cenário econômico nacional e pontuou a dificuldade do cidadão para iniciar empreendimentos. Segundo ele, os trâmites burocráticos levam produtores e empreendedores à se manterem na informalidade. 

Apesar do cenário nacional, José Monreal destacou o cenário de destaque e distinção nacional do Mato Grosso do Sul devido às políticas do estado. 

“O Mato Grosso do Sul é uma exceção. Com nosso governador e as políticas do Estado, nós tivemos um grande avanço: é o maior PIB do Brasil, o PIB agropecuário. Isso para nós é um orgulho, mas não pode parar por aí, nós temos que aumentar e melhorar a nossa infraestrutura com estradas que precisam de muita recuperação”, concluiu. 

Por Reuel Oliveira

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