
Nesta quinta-feira (14) o Jornal da Hora entrevistou o presidente da Associação em Defesa dos Agentes Patrimoniais (ADDAP), Marcio Almeida. Em pauta o projeto de monitoramento remoto nas escolas públicas estaduais, iniciado pela Secretaria Estadual de Educação (SED). De acordo com o advogado, o projeto deixa a categoria receosa, pela possibilidade de perderem seus empregos futuramente.
“Os agentes são concursados, e boa parte deles são bem capacitados. Inclusive, mais de 150 servidores, tem pós-graduação na área patrimonial”, relata.
Almeida destaca que a escola tem a característica de ser aberta à sociedade, com seus projetos culturais e esportivos, e para a segurança da população e do espaço público, é preciso a presença física de um agente patrimonial, pela agilidade no atendimento.
“Precisa ter alguém com a presença física ali, pois são situações que não dá de jeito nenhum para a tecnologia substituir. Precisa de alguém monitorando presencialmente e orientando o uso do bem público. Isso traz uma projeção de segurança até para as pessoas que frequentam o ambiente”, declarou.
Confira a entrevista na íntegra
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