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Após o anúncio da possibilidade de um “Super El Niño”, o fenômeno climático voltou a ganhar destaque em Mato Grosso do Sul. Nesta terça-feira (04) a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (AGEMS) realizou mais uma reunião da Sala de Guerra com o objetivo de debater estratégias para impedir ou minimizar os impactos do fenômeno no estado.
Entre os efeitos do El Nino, pode ocorrer uma mudança no regime de chuvas, intensidade dos ventos e temperaturas, com sua influência variando conforme a região. Podem ser sentidos impactos na produção agrícola, além da ocorrência de apagões e enchentes, que podem afetar toda a população, principalmente a classe mais vulnerável.
Diante disso, a Agems reuniu concessionárias de energia, que apresentaram planos de contingência; pastas ambientais, que apresentaram planos de ação para municípios mais vulneráveis; agentes de saúde, que estabeleceram programas de apoio durante possíveis ocorrências; além da assistência social, que destacou os atendimento ágil durante o fenômeno.
Também estiveram presentes instituições de segurança pública como a Defesa Civíl que defendeu a apresentação de um diagnóstico detalhado, além do Comando Militar do Oeste, que falou sobre o monitoramento ambiental
Vale destacar que o El Niño é um evento climático natural que ocorre em intervalos irregulares, geralmente entre dois e sete anos. Ele é provocado pelo aquecimento anormal das águas superficiais da região central e leste do Oceano Pacífico Equatorial.
Por Reuel Oliveira
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