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Em julho de 2026 entrou em vigor a tarifa de 37,5% sobre os produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos da América. Esse valor foi adicionado em duas etapas, uma primeira de 25% e dois dias depois mais 12,5%. O chamado “tarifaço” afetou diretamente a economia brasileira, incluindo Mato Grosso do Sul.

Com isso, a Regiane Dedé, economista do Instituto de Pesquisa da Fecomércio/MS, abordou sobre o tema dentro do Jornal da Hora desta sexta-feira (14). De acordo com ela, o primeiro setor a sentir os efeitos da tarifação será o de prestação de serviços.
“Na prestação de serviços ele (efeitos) chega primeiro. Principalmente porque ela acaba atendendo a cadeia produtiva. Quando falamos da cadeia produtiva que vai ser impactada […] a prestação de serviços está na ponta dos segmentos e acaba sendo impactada primeiro”, disse.
Mesmo com as taxações norte-americanas, a economista amenizou o cenário e relembrou dos outros importadores de produtos brasileiros que existem. “Lembrando que nós temos outros compradores que não seja só os Estados Unidos.[…] Não é o melhor dos mundos, pois precisamos desse movimento na economia, a longo prazo a gente precisa escoar a produção de Mato Grosso do Sul”, completou.
Por João Arakaki
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