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O Bioparque Pantanal lançou o edital para a quarta edição do Clube de Ciências, iniciativa que busca incentivar a produção e a iniciação científica entre estudantes do Ensino Fundamental II e Médio de escolas públicas e particulares de Mato Grosso do Sul. As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas exclusivamente de forma on-line. Acesse o edital aqui.
Neste ano, o programa traz uma novidade: a criação de três modalidades de ingresso, ampliando as oportunidades de participação e permitindo maior conexão com a realidade das escolas e dos estudantes.
As categorias disponíveis são “Continuidade de projetos ou nova proposta de escolas parceiras”, com quatro vagas; “Participação em projetos institucionais do Bioparque Pantanal”, com duas vagas; e “Ingresso Regular”, com dez vagas.
A modalidade de continuidade ou nova proposta é voltada para escolas que participaram da edição anterior, em 2025, e tem como objetivo fortalecer a parceria institucional com o Bioparque. Já a participação em projetos institucionais permitirá que estudantes integrem iniciativas já estruturadas, com duas linhas temáticas: “Inovação, tecnologia, conservação, bioprospecção e bioeconomia” e “Sociedade, turismo, cultura, ambiente e desenvolvimento local”. O ingresso regular é destinado a novas escolas interessadas em desenvolver projetos inéditos.
Os trabalhos deverão ser desenvolvidos por grupos de três a cinco estudantes, com orientação de professores, respeitando os critérios definidos em edital. As propostas serão submetidas por formulário eletrônico e passarão por avaliação do Núcleo de Educação Ambiental do Bioparque Pantanal.
De acordo com a diretora-geral do Bioparque, Maria Fernanda Balestieri, a iniciativa vai além do incentivo à pesquisa. “O Clube de Ciências é uma ferramenta essencial para despertar nos jovens o interesse pela ciência desde cedo. Estamos formando cidadãos mais críticos, conscientes e comprometidos com o futuro do planeta”, afirma.
Com duração de seis meses, os projetos selecionados deverão resultar na apresentação de um produto final, refletindo o processo de pesquisa desenvolvido pelos estudantes.
A coordenadora do Clube de Ciências, Thuany Valadares, destaca que o impacto do projeto vai além do conhecimento técnico. “Ao longo do processo, observamos uma transformação significativa nos estudantes. Eles desenvolvem autonomia, liderança e passam a se expressar com mais segurança. A iniciação científica desperta o pensamento crítico e o protagonismo juvenil”, explica.
A iniciativa valoriza propostas voltadas à sustentabilidade ambiental, questões sociais, inovação e desenvolvimento, com foco na compreensão e conservação dos ecossistemas sul-mato-grossenses a partir do contexto do próprio Bioparque.
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