Camalote busca apoio para levar a cultura de Mato Grosso do Sul ao maior festival de folclore do país

Mariana de Castro no estúdio do Grupo Hora

Há mais de duas décadas, o Grupo Parafolclórico Camalote transforma em dança as histórias, lendas e tradições de Mato Grosso do Sul. Fundado em 2003, o coletivo de Campo Grande dedica-se à preservação e à divulgação da cultura popular sul-mato-grossense, levando aos palcos elementos do Pantanal, das manifestações tradicionais e do patrimônio imaterial do Estado.

Agora, o grupo se prepara para um novo desafio: representar Mato Grosso do Sul na 62ª edição do Festival Nacional do Folclore de Olímpia (FEFOL), em São Paulo, considerado um dos maiores eventos do gênero no Brasil. O festival será realizado entre os dias 1º e 9 de agosto, reunindo grupos folclóricos de diferentes regiões do país.

Para viabilizar a participação, o Camalote está mobilizando uma campanha de arrecadação de recursos. A iniciativa busca custear despesas com transporte durante a viagem.

Em entrevista ao Jornal da Hora, nesta sexta-feira (24), a integrante do grupo Mariana de Castro destacou que a participação vai além da apresentação artística. Segundo ela, trata-se de uma oportunidade de fortalecer a identidade cultural de Mato Grosso do Sul e apresentar ao restante do país a riqueza das tradições locais.

“Nós estamos falando da valorização da cultura que passa de geração para geração e que deve permanecer viva. Essas tradições, essas danças estão se perdendo também e o que precisamos é começar a fazer com que as pessoas entendam a importância da valorização da cultura popular e também do orgulho de ser sul-mato-grossense. Esse grupo faz isso muito bem e há muitos anos”, afirmou.

A vaquinha online realizada pelo grupo pode ser acessada através da página no Instagram pelo @grupocamaloteoficial

Assista a entrevista completa:

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