PT articula aliança com PDT e Podemos para eleições 2026 em Mato Grosso do Sul

Coletiva contou com a presença de Soraya Thronicke, Fábio Trad, Vander Loubet, Marcelo Bluma e Henrique Fontana, além de outros representante do PT. Foto: Maria Luiza Massulo

Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira (18), na sede do Partido dos Trabalhadores (PT) em Campo Grande, lideranças partidárias detalharam as estratégias políticas para consolidar a pré-candidatura de Fábio Trad ao Governo de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026.

Durante o encontro, o secretário-geral do Diretório Nacional do PT, Henrique Fontana, destacou a importância da construção de alianças para fortalecer o projeto político no Estado, defendendo uma frente ampla entre partidos que compartilham propostas semelhantes no cenário nacional e regional.

Entre as articulações em andamento, o deputado federal Vander Loubet ressaltou a prioridade em ampliar o diálogo com o Partido Democrático Trabalhista (PDT), legenda que, segundo ele, possui relevância estratégica em Mato Grosso do Sul.

“O PDT tem um simbolismo forte, tanto é que elegeu o Marquinhos, mas não conseguiu construir uma chapa. Nós temos aberto mão de algumas candidaturas para beneficiar os candidatos do PDT e esperamos essa reciprocidade aqui no estado também”, afirmou.

Além do PDT, Vander revelou que o partido também mantém conversas com o Podemos, o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e a Rede Sustentabilidade, com o objetivo de consolidar uma aliança já no primeiro turno e ampliar a base de apoio em torno da candidatura de Fábio Trad.

Presente na coletiva, a senadora Soraya Thronicke, atualmente filiada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) e pré-candidata à reeleição, também comentou a possibilidade de aproximação entre diferentes siglas e defendeu a construção de um bloco político mais amplo.

“Essa abertura do PT e do presidente Lula para garantir governabilidade mostra que esse diálogo é possível. Por isso o Podemos pode vir e creio que virá. Em relação a candidatura nacional, ninguém vai exigir nada, mas eu percebi uma tendência dos diretórios, dos filiados a apoiarem. Agora só falta conversar com cada um”, declarou.

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